Donald Trump é eleito presidente dos EUA em 2024

Donald Trump está eleito presidente dos Estados Unidos em 2024, segundo projeções de agências internacionais. O ex-presidente garantiu os votos necessários no colégio eleitoral, assegurando seu retorno ao poder. Isso após uma campanha marcada pela intensa polarização e apoio fiel de sua base.
As projeções indicam que Trump conquistou mais de 270 votos no colégio eleitoral, número exigido para vencer a disputa. A vitória reflete uma contagem acirrada em estados decisivos, como Pensilvânia e Geórgia, e consolida seu retorno após um primeiro mandato controverso.
O retorno de Donald Trump à Casa Branca também indica a influência duradoura de sua base política e aponta para uma continuidade nas políticas que marcaram seu primeiro governo, tanto no âmbito interno quanto externo. A divisão entre os eleitores, refletida na alta participação eleitoral, revela um país politicamente polarizado, um dos principais desafios do novo mandato.
Reações
A vitória de Trump gerou reações mistas em todo o mundo. Alguns líderes internacionais emitiram notas de congratulação. Outros expressaram preocupação com possíveis mudanças na política externa dos EUA, especialmente em áreas como segurança, comércio e acordos climáticos. Durante sua campanha, Trump reiterou a promessa de colocar os interesses americanos em primeiro lugar, o que tende a afetar as relações diplomáticas dos EUA, especialmente com a China e o Irã.
O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Órban, foi um dos primeiros a reagir. “A caminho de uma vitória maravilhosa”, escreveu Órban numa publicação no Facebook, quando ainda se contabilizavam os votos.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, também se manifestou, saudando “o maior regresso da história”. Na rede social X, Netanyahu afirmou que o regresso de Trump à Casa Branca “oferece um novo começo à América e um poderoso compromisso com a grande aliança entre Israel e a América”.
Do lado russo, o Kremlin afirmou que Vladimir Putin não tem intenções de felicitar Trump. “Não sei nada sobre um plano do presidente (russo) para felicitar Trump pela eleição. Não nos esqueçamos de que estamos falando de um país hostil que está direta e indiretamente envolvido numa guerra contra o nosso Estado”, disse o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, em referência ao conflito na Ucrânia.










