Suzano debate fim da violência contra a mulher com Laço Branco

O Anfiteatro Orlando Digenova, no centro de Suzano, ficou lotado de servidores públicos homens nesta quinta-feira (11/12). Eles participaram de um encontro da campanha “Laço Branco”, que a Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social organizou para reforçar justamente o compromisso masculino pelo fim da violência contra a mulher.
O evento, aliás, contou com a presença do vice-prefeito Said Raful e do secretário da pasta, Geraldo Garippo. Além deles, compareceram o controlador geral César Braga e o presidente da Câmara, Artur Takayama. Todos, por sinal, reforçaram a importância da mobilização de todos na luta pela garantia de direitos e pelo respeito à igualdade de gênero.
A ação buscou ampliar o debate dentro do serviço público. Dessa forma, a administração municipal fortalece seu compromisso com a proteção das mulheres e com o enfrentamento à violência. A formação, portanto, estimulou a reflexão a partir de vivências práticas, dinâmicas participativas e discussões sobre temas como desigualdade estrutural, patriarcado e violência doméstica.
Para liderar o diálogo, os organizadores convidaram o psicólogo e sociólogo Flávio Urra. Ele coordena o programa “E Agora, José?” e o curso Gênero e Masculinidades. Essas iniciativas, inclusive, têm reconhecimento nacional por abordarem de forma direta a desconstrução do machismo e a construção de novas práticas masculinas.
O secretário Geraldo Garippo afirmou que a Campanha Laço Branco incentiva a denúncia, o acolhimento e a promoção de relações mais igualitárias. “Em Suzano, esta iniciativa integra o conjunto de políticas públicas que estamos a fortalecer, especialmente no atendimento, acolhimento e prevenção”, declarou.
Conscientização Masculina
Por fim, o vice-prefeito Said Raful destacou a relevância da mobilização. “Nosso compromisso é construir uma cidade onde todas as mulheres se sintam seguras. Para isso, precisamos de homens conscientes e dispostos a transformar atitudes. Este encontro, sobretudo, reforça que a mudança começa pela conscientização masculina”, ressaltou.










