Semae e UMC unem forças para pesquisar o Rio Tietê 
Pesquisa inédita vai gerar dados para proteger o Rio Tietê. "Divulgação PMMC."

O Serviço Municipal de Águas e Esgotos (Semae) de Mogi das Cruzes e a Universidade de Mogi das Cruzes (UMC) acabam de firmar uma importante parceria. Elas assinaram um acordo de cooperação para uma ampla pesquisa Rio Tietê.

O projeto, chamado “Travessia urbana do Rio Tietê: desafios socioambientais”, visa gerar dados concretos para a formulação de políticas públicas Tietê. Essas políticas focarão na proteção e recuperação das áreas de várzea do principal manancial da cidade.

A pesquisa Rio Tietê terá duração de quatro anos. Primeiramente, nos dois primeiros anos, os pesquisadores consolidarão indicadores biológicos e de qualidade da água e do solo. Em seguida, também farão um diagnóstico participativo com agricultores da região.

Posteriormente, no terceiro ano, a equipe implementará um banco de dados e um aplicativo de tecnologia social. Além disso, promoverá oficinas e mutirões de limpeza. Finalmente, no último ano, a proposta é elaborar minutas para o Programa Renasce Tietê.

O Semae participará através do seu departamento de esgotamento sanitário. Dessa forma, fornecerá dados técnicos de saneamento e acompanhará todo o desenvolvimento do estudo. A autarquia também disponibilizará técnicos e infraestrutura para ações comunitárias.

Importante destacar que não haverá transferência financeira entre Semae e UMC. Isso porque a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) financiará integralmente o projeto. Consequentemente, a UMC, através da professora Tatiana Mello, gerenciará os recursos e coordenará a pesquisa.

União entre conhecimento técnico e científico

A prefeita Mara Bertaiolli avalia que a parceria une o conhecimento científico da universidade ao trabalho técnico do Semae. Portanto, ela reforça as políticas de saneamento, saúde pública e preservação ambiental para proteger o Rio Tietê.

O diretor-geral do Semae, José Luiz Furtado, destaca que o trabalho fortalecerá a atuação da autarquia. “Estamos à disposição para contribuir com dados técnicos”, afirma. Por fim, a professora Tatiana Mello ressalta que o projeto coloca a pesquisa a serviço da cidade, prometendo impactos concretos no meio ambiente e na qualidade de vida.

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