Audiência pública: Saúde de Mogi registra 247 mil atendimentos

Somente entre janeiro e abril deste ano, as unidades de urgência e emergência de Mogi das Cruzes realizaram mais de 247 mil atendimentos. Os números são da Secretaria Municipal de Saúde, apresentados durante audiência pública de prestação de contas na Câmara Municipal. No encontro, a Pasta também informou que mais de 205 mil consultas foram agendadas na atenção básica e 674 mil exames laboratoriais processados no período.
A secretária municipal de Saúde, Rebeca Ribeiro Barufi, informou ainda que a pasta registrou R$ 50,47 milhões em receitas vinculadas no primeiro quadrimestre. Os dados incluem atendimentos, investimentos e ações desenvolvidas pela rede municipal de saúde.
Atendimentos
Na atenção primária, a rede municipal ofertou 205.329 consultas agendadas, incluindo atendimentos clínicos, ginecológicos, pediátricos, odontológicos, de enfermagem e psicologia.
Nas unidades de urgência e emergência, foram contabilizados 247.084 atendimentos. Apenas nas UPAs, 244.836 pacientes passaram pela classificação de risco, sendo que quase 80% dos casos classificaram-se como de menor gravidade.
A Santa Casa de Mogi das Cruzes registrou 4.284 internações no período.
Na área de exames, a rede básica realizou 86.285 coletas laboratoriais e processou 674.129 exames. Já as campanhas de vacinação aplicaram 48.237 doses contra a gripe, 9.245 contra a Covid-19 e 3.661 doses contra a dengue.
Questionamentos
Durante a audiência, vereadores questionaram a secretária sobre a ampliação da Estratégia Saúde da Família, o atendimento de aborto legal na futura maternidade municipal, o transporte para gestantes em situação de vulnerabilidade e a distribuição de sensores para pessoas com diabetes tipo 1.
Segundo Rebeca Barufi, o município cumpriu a meta de ampliar equipes da Estratégia Saúde da Família e trabalha na implantação de auxílio-transporte para gestantes em situação de vulnerabilidade.
A secretária também afirmou que a futura maternidade contará com protocolos para atendimento de mulheres vítimas de violência e para realização de abortamento legal nos casos previstos em lei.
Em relação aos sensores para diabetes tipo 1, informou que a Prefeitura avalia modelos de equipamentos e estrutura uma linha de cuidado voltada inicialmente ao atendimento de crianças com a doença.














