Após renúncia, Justiça liberta vereadores do Alto Tietê presos
De acordo com o Ministério Público, com a renúncia, a Justiça entendeu que não há mais motivos para manter as prisões preventivas (Imagem: montagem)

Após renúncia, os três vereadores presos durante a Operação Munditia, que investiga a ligação do PCC com o poder político de municípios paulistas, deixaram a prisão nesta terça-feira, 13. Eles tiveram os pedidos de habeas corpus concedidos, depois de desistirem dos mandatos.

Flavio Batista de Souza (PODE), o Inha, de Ferras de Vasconcelos. E Luiz Carlos Alves Dias (MDB), o Luizão Arquiteto, de Santa Isabel estavam presos desde abril. assim como Ricardo de Oliveira (PSD), o Ricardo Queixão, de Cubatão,

De acordo com o Ministério Público, com a renúncia, a Justiça entendeu que não há mais motivos para manter as prisões preventivas. A operação foi comandada pelo GAECO (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), em parceria com a Polícia Militar.

A ação faz parte de uma investigação do Ministério Público acerca de fraudes em processos licitatórios. Segundo as investigações, empresas ligadas ao PCC supostamente subornavam políticos e servidores municipais. O objetivo era, num jogo de cartas marcadas, firmarem contratos milionários com Câmaras e Prefeituras. O objetivo era buscar recursos para financiar a facção criminosa.

O acusado de encabeçar esquema criminoso, Vagner Borges, o Lattrel, que já foi candidato a vereador de Suzano, segue foragido.

Após renúncia, Justiça liberta vereadores presos

Da Redação

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