Guararema reforça vacinação contra o sarampo

Moradores de Guararema estão sendo orientados a manter a caderneta vacinal atualizada contra o sarampo. A vacinação está disponível nas Unidades de Saúde do município. Além disso, profissionais reforçam informações sobre prevenção, sintomas e formas de transmissão da doença durante o atendimento aos pacientes.
O alerta ocorre após recomendações de autoridades de saúde relacionadas ao aumento de viagens internacionais. Por isso, a orientação é para que pessoas que apresentarem sintomas após viagens, como febre ou manchas pelo corpo, procurem imediatamente um serviço de saúde. Também é importante informar o histórico do deslocamento.
A recomendação da Secretaria Municipal de Saúde é que pessoas entre 12 meses e 59 anos verifiquem o esquema vacinal. Dessa forma, quem ainda não completou a imunização deve receber as duas doses da vacina tríplice viral.
Profissionais da saúde também precisam estar imunizados com as duas doses obrigatórias. Já para quem pretende viajar, a orientação é atualizar a vacinação com pelo menos 15 dias de antecedência.
Unidades
As doses estão disponíveis no Centro de Saúde de Atenção Primária “Rolando Campagnoli” (Cesap), na rua São Vicente de Paula, 110, no Centro. A vacinação também é realizada na Unidade Básica de Saúde (UBS) Jardim Dulce “Guiomar Franco da Cunha”, na rua Padre Manoel da Nóbrega, 39. Além disso, moradores podem procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) Lambari “Benedicto Antonio Mariano”, na avenida Francisca Lerario, 955.
Nestas unidades, profissionais da Saúde realizam orientações nas salas de espera. Entre os temas abordados estão prevenção, formas de transmissão e a importância da vacinação contra o sarampo.
Sintomas
O sarampo é uma doença altamente contagiosa e transmitida pelo ar. Por causa disso, pode se espalhar facilmente em ambientes coletivos. Entre os principais sintomas estão febre alta, manchas vermelhas pelo corpo, tosse, coriza e olhos avermelhados. Em alguns casos, porém, a doença pode evoluir para quadros mais graves. O risco é maior entre crianças pequenas e pessoas não imunizadas.









