Vigilância Sanitária interdita clínica terapêutica irregular em Suzano

A Vigilância Sanitária de Suzano decidiu interdir uma clínica terapêutica que funcionava de forma irregular. Portanto, essa ação conjunta com a Guarda Civil Municipal e a Polícia Civil aconteceu no Jardim Brasil, mais especificamente no distrito de Palmeiras.
Inicialmente, uma denúncia registrada na Ouvidoria Municipal motivou toda a operação. Em seguida, os fiscais constataram uma série de problemas graves durante a vistoria. Por exemplo, as condições sanitárias se mostraram completamente insatisfatórias.
Além disso, a equipe identificou falhas críticas na administração de medicamentos. Da mesma forma, a organização dos documentos essenciais dos residentes apresentou sérias deficiências. Na prática, muitos prontuários estavam incompletos ou, simplesmente, não existiam.
Outro ponto alarmante, sem dúvida, foi a precariedade da infraestrutura. Consequentemente, a fiscalização apontou problemas que iam desde o piso até o forro. Assim, diversos ambientes não tinham condições adequadas de higiene e segurança.
Em resumo, as camas estavam em mau estado e os banheiros não tinham chuveiros em condições de uso. Dessa forma, essa situação comprometia, claramente, o bem-estar e a dignidade de todos os acolhidos.
Falta de Gestão e Controle
Durante a ação, os representantes da clínica não conseguiram esclarecer pontos básicos sobre a gestão. Além do mais, também não comprovaram a regularidade da instituição. Segundo a diretora da Vigilância Sanitária, Carmen Lucia Lorente, a situação era grave.
“De fato, encontramos irregularidades que colocavam em risco a integridade dos residentes”, afirmou Carmen. “Diante de tudo isso, a interdição imediata se tornou a única medida possível”, completou ela.
Ela ainda ressaltou que processos de transição de gestão não justificam a falta de controle. “Acima de tudo, a prioridade deve ser sempre a segurança e a saúde das pessoas”, enfatizou a diretora.
Com base nas constatações, a Vigilância decretou a interdição total do local. Agora, a clínica terapêutica irregular tem um prazo de dez dias para remover todos os residentes.
O objetivo principal, portanto, é encaminhá-los às suas famílias ou a locais adequados. Posteriormente, a clínica terá que apresentar a comprovação desse procedimento.
Por fim, o secretário municipal de Saúde, Diego Ferreira, destacou a importância da atuação conjunta. “Sem dúvida, a parceria foi fundamental para um resultado eficaz”, declarou ele.
“Ainda assim, é crucial lembrar que a colaboração da sociedade é poderosa”, concluiu Ferreira. Para denunciar, a Prefeitura orienta o uso dos canais oficiais: 0800-774-2007 e ouvidoria@suzano.sp.gov.br.










