Força promove encontros com sindicalistas do Brics

Força promove encontros com sindicalistas do Brics. Federações sindicais do Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul reuniram-se na cidade sul-africana de Ethekwini, nos dias 26 e 27 de setembro. O foco principal do 12º Fórum Sindical do BRICS foi a busca de um desenvolvimento justo e inclusivo para todos os povos do mundo.
O presidente da Força Sindical esteve no Fórum. Miguel Torres aproveitou sua participação para fortalecer o intercâmbio com entidades sindicais dos quatro países que, ao lado do Brasil, formam o bloco. Ele manteve encontros bilaterais com as delegações e os principais líderes das Centrais Sindicais.
O sindicalista conversou com Mikhail Shmakov, presidente da FNPR (Rússia), Tan Tianxing, vice-presidente da ACFTU (China). Também se encontrou com Zingiswa Losi, presidenta da COSATU; Masale Godfrey Selematsela, presidente da FEDUSA; Malose Piera, presidente do NACTO, e Ruth Ntlhokotse, presidenta da SAFTU, todas entidades da África do Sul. E ainda com Jammula Rao, secretário-geral da AITUC (Índia). Outra reunião importante foi com Luc Triangle, secretário-geral da Confederação Sindical Internacional (CSI).
Carta
Ao final do Fórum, os sindicalistas aprovaram uma declaração final, que eles encaminharam aos ministros do Trabalho dos cinco países do BRICS. Estes se reuniram nos dias 28 e 29 de setembro. O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho esteve presente ao encontro. O dirigente Mikhail Shmkov, assumiu a presidência do grupo e conduzirá a 13⁰ Fórum Sindical do BRICS, na Rússia em 2024.
Em um dos trechos a carta diz que o atual modelo de economia global exclui inerente e deliberadamente muitas pessoas e trabalhadores. “Isto aponta para a importância do direito à subsistência e ao desenvolvimento. Que deve ser garantido, preferencialmente para redefinir o modelo de economia global rumo à inclusão, ao investimento produtivo e à sustentabilidade. A nossa luta deve ser guiada pela premissa de que o atual modelo de desenvolvimento falhou terrivelmente para muitas pessoas e trabalhadores em todo o mundo”.







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