Casa da Mulher de Itaquá celebra 1 ano com impacto positivo

A Casa da Mulher de Itaquá completou, nesta sexta-feira (4), um ano de funcionamento e superou a marca de 1.371 atendimentos realizados. O espaço atende mulheres em situação de vulnerabilidade, principalmente vítimas de violência doméstica, oferecendo acolhimento emocional e desenvolvimento pessoal e profissional.
Durante os 12 meses de atividades, o local formou 110 mulheres em cursos profissionalizantes. Outras 178 concluíram a formação neste ano e aguardam a entrega dos certificados. Atualmente, 130 alunas estão matriculadas em cursos nas áreas de moda, alongamento de unhas, funcional e pilates.
Segundo a primeira-dama e presidente do Fundo Social, Mila Boigues, o espaço tem mudado vidas. “Esse local é um refúgio de esperança. Cada atendimento oferece uma nova chance, mais força e autonomia”, declarou.
A programação ao longo do ano incluiu formações em bolos decorados, extensão de cílios, massagem, compostagem, doces fitness, trufas e gestão de negócios. Também ocorreram workshops nas áreas de beleza e gastronomia, com foco no estímulo ao empreendedorismo e à autonomia financeira das participantes.
A secretária da Mulher, Direitos Humanos e Cidadania, Hadla Issa, ressaltou a importância do trabalho realizado. “A Casa da Mulher representa autoestima, reconstrução e autonomia. Em um ano, transformamos muitas vidas”, afirmou.
Recomeço
A unidade também oferece atendimentos individualizados pela Sala SABEM, que reúne profissionais das áreas psicológica, psiquiátrica, social e de enfermagem. Ao todo, 598 mulheres passaram por esse acolhimento especializado.
Além disso, 485 participantes estiveram presentes em ações coletivas como palestras, rodas de conversa, cine debates e encontros sobre saúde, direitos, autoestima e diversidade. Entre os destaques estão a Pré-Conferência dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+ e a ação de conscientização sobre a Síndrome de Down.
O prefeito Eduardo Boigues destacou a importância do equipamento. “Cuidamos de pessoas. Investimos em proteção e empoderamento feminino. A Casa da Mulher é ponte para recomeços e oportunidades”, concluiu.











