Academia de Letras de Mogi recebe homenagem pelos dez anos

A Academia Mogicruzense de História, Artes e Letras (AMHAL) completou dez anos de atuação na preservação da memória e na valorização da cultura de Mogi das Cruzes. Em razão da data, a Câmara Municipal aprovou uma homenagem à entidade na sessão de quarta-feira (7), por iniciativa do vereador Mauro Yokoyama (PL).
Fundada em 1º de setembro de 2016, a academia reúne atualmente 19 membros e contempla diferentes áreas, como História, Literatura, Música, Artes Plásticas e Artes Visuais. A instituição surgiu por iniciativa de Glauco Riccieli P. L. da Cruz Ribeiro e Vera Lúcia Meira Magalhães.
Reconhecimento
A homenagem à Academia de Letras de Mogi também destacou a trajetória de Rosival dos Santos, conhecido como Rouxinol, que morreu em setembro de 2026. Segundo Mauro Yokoyama, ele dedicou mais de quatro décadas à AMHAL.
“Primeiramente, quero deixar aqui meus agradecimentos ao Rouxinol, que dedicou mais de quatro décadas à Amhal e faleceu recentemente. Agradeço a todos os membros da Amhal pelo trabalho realizado. É uma entidade muito importante para a preservação da nossa memória e da nossa cultura”, afirmou o vereador.
A sessão contou com a presença de integrantes da academia. Olavo Câmara representou o presidente da entidade, Ismael Mendonça, durante a apreciação do requerimento.
Memória cultural
Ao agradecer a homenagem, Olavo Câmara ressaltou a importância dos patronos da AMHAL. Ele citou Joaquim de Mello Freire, conhecido como capitão Quinzinho, patrono de sua cadeira na instituição e, segundo seu relato, responsável pela criação dos cinemas de Mogi das Cruzes. Quinzinho também era avô de Henrique Borenstein.
“Agradecemos profundamente a esse reconhecimento. Nossa academia tem alguns patronos. A minha cadeira era de Joaquim de Mello Freire, o capitão Quinzinho. Ele criou todos os cinemas de Mogi e é avô do Henrique Borenstein. Temos uma obra sobre nossos 10 anos de história e doaremos um livro para cada um dos vereadores”, disse Câmara.














