Câmara de Mogi aprova semana de conscientização sobre lyme
Conscientização sobre lyme é aprovada pela Câmara. "Câmara Municipal de Mogi das Cruzes."

A Câmara Municipal de Mogi das Cruzes aprovou, na sessão ordinária desta terça-feira, 28, o Projeto de Lei nº 85/2025, que institui a “Semana de Conscientização sobre a Doença de Lyme” no município. A proposta, de autoria da vereadora Fernanda Moreno (MDB), prevê ações de orientação e prevenção voltadas à população e a proprietários de animais, especialmente cães, com foco na lyme.

A iniciativa define que a campanha ocorrerá anualmente na primeira semana de maio. Especialistas apontam que o maior risco de contágio acontece entre o fim de maio e o início de julho, o que justifica a escolha do período.

Transmissão

A doença de lyme é uma infecção transmitida ao ser humano pelo carrapato-estrela. O parasita pode se hospedar com facilidade em cães, o que amplia o risco de exposição. A proposta busca ampliar o acesso à informação e incentivar medidas preventivas relacionadas à lyme.

Período de risco

A escolha da primeira semana de maio considera o aumento da circulação do carrapato-estrela nas semanas seguintes. Esse cenário eleva as chances de transmissão e reforça a necessidade de ações educativas antes do período crítico.

Contexto

Segundo a autora do projeto, a relação entre pessoas e animais de estimação, principalmente cães, se tornou mais próxima nos últimos anos. Isso aumenta o risco de incidência da doença e exige maior disseminação de informações.

“Sabe-se que a relação do ser humano com os animais de estimação — em especial com os cães — é cada vez mais estreita, e é através dos caninos que o risco de incidência da doença é mais evidente, motivo pelo qual se torna necessária a transmissão das informações à sociedade. Além disso, é de suma importância que os proprietários de animais conheçam as doenças e sejam devidamente informados a adotarem medidas de controle. Existem muitas capivaras em Mogi. A doença pode causar complicações sérias e até os médicos demoram para diagnosticar pela falta de divulgação sobre a doença”, argumenta Fernanda Moreno.

A Comissão Permanente de Justiça e Redação apresentou uma emenda modificativa ao texto. A mudança seguiu orientação da Procuradoria Jurídica Legislativa e realizou ajustes pontuais na redação da proposta.

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