Reunião intersetorial reforça atendimento a crianças em Arujá

Reunião intersetorial reforça atendimento a crianças em Arujá nesta terça-feira (2). A Prefeitura organizou o encontro no Hospital Ipiranga com o objetivo de articular ações, mobilizar setores e fortalecer a rede de proteção social. A iniciativa buscou, sobretudo, garantir atendimento humanizado e eficaz para crianças e adolescentes vítimas ou testemunhas de violência.
A Secretaria de Assistência Social conduziu a reunião em conjunto com o Comitê de Gestão Colegiada da rede de cuidado e proteção social, o COGESCOL. Além disso, a discussão reuniu diversos representantes que atuam diretamente na defesa dos direitos da infância e da juventude.
Entre os participantes, estiveram presentes Graciane Mechenas, gerente médica do Hospital Ipiranga; Juliana Daniel, secretária municipal de Assistência Social; Givânia Silva, coordenadora do COGESCOL; e Silandra Maria da Silva Santos, presidente do Conselho Tutelar de Arujá. Também integraram o encontro Rebeca, representante da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Arujá, além dos demais membros do colegiado.
Durante a reunião, os gestores analisaram estratégias para fortalecer os fluxos de comunicação entre saúde, segurança e assistência social. Desse modo, as equipes pretendem assegurar respostas cada vez mais rápidas e integradas. Com isso, crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade terão acesso a acolhimento adequado, proteção efetiva e acompanhamento constante.
Segurança
A iniciativa também reforçou a importância da união entre instituições para evitar a revitimização. Além disso, o encontro destacou a necessidade de manter diálogo contínuo e eficiente entre os setores envolvidos. Assim, todos os profissionais podem agir em sintonia e oferecer suporte humanizado.
Portanto, a reunião intersetorial representou mais um passo decisivo para consolidar uma rede de proteção cada vez mais estruturada em Arujá. A Prefeitura reafirmou o compromisso de preservar os direitos da infância e fortalecer vínculos institucionais. Dessa forma, crianças e adolescentes ganham mais segurança e encontram apoio integral em situações de vulnerabilidade.










